Páginas

Welcome

Limpe os pés no capacho e entre sem bater.

Gostou? Não?! Comente! Recomende! Critique! Reaja...
http://duplotriplomultiplo.blogspot.com/

Curtiu?

"I wish you were here"

Mostrando postagens com marcador sagitariana. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sagitariana. Mostrar todas as postagens

To Build a Home



Às vezes quando chego em casa, para relaxar, escuto essa música. Já fazia tempo que queria postá-la e quase que o fiz para marcar o início da primavera.
É! não era o momento apropriado.
Tudo vem no tempo certo... tempo de mudança; muitas mudanças por sinal!

#novasede

Canja

"(...) no meu coração fiz um lar

o meu coração é o teu lar
e de que me adianta tanta mobília
se você não está comigo?
só é possível te amar
ouve os sinos, amor
só é possível te amar
escorre aos litros o amor"
[No recreio - Nando Reis]

"Acreditamos na distância entre nós"... [ou não...]

 "Era uma vez uma mocinha, não tão mocinha assim, vai... que se interessou apaixonou por um mocinho, talvez um menino, vai..."

Aff!!! quando a história começa errada, é certo que não terminará bem e foi o que aconteceu.

Acredito que quando duas pessoas se gostam não há espaço para preconceitos baratos, interesses quaisquer que não seja o "puro e simplesmente se entregar à vontade de gostar de alguém".

Me enganei? Não, não..desta vez, não. Amados, sempre me engano com as pessoas, acredito e idealizo demais - e em todas as relações [trabalho, amigos, amores]. Minha intuição é um lixo, vive adormecida, me largando na mão.

Mas uma coisa é fato: quando ela [a intuição] me aponta algo... BATATA! não tem erro, posso me jogar de cabeça e cegamente, pois não estou enganada.

Foi o que aconteceu e o que fiz, mas não deu certo. Seria falha na intuição ou só eu me entreguei ao prazer de gostar do outro? não fui [ou sou] correspondida? Nada disso!

Minha intuição falou alto aos ouvidos e ao coração, e quando é assim não tem erro - r-e-p-i-t-o!!!

O que faltou foi maturidade. E maturidade não é um botãozinho que se aperta e PRONTO. Vem com a experiência, levando rasteira da vida e levantando, contando com ajuda dos que nos amam [luxo que poucos podem se dar] para o resgate de valores sociais e morais, quando o que mais queremos é desistir e nos vingar do mundo.

Não sou velha e nem careta [bem longe disso, por sinal], só não estou mais para joguinho de conquista, de provocar ciúme esperando um ceninha medíocre como prova de amor [aliás, taí um grande sinal de imaturidade: achar que ciúme é prova de amor]. 

Tô em outra, rapá... Me sinto livre e segura e desejo o mesmo para quem está ao meu lado, por isso demonstro todo o meu sentimento em forma de carícias e reconhecimento. Quer ferramentas melhores que essas? Me entrego em gestos, olhares e palavras sem pensar em vulnerabilidade.

Cheguei na fase da autenticidade, de falar o que sinto e penso na cara, de ter atitude, de não fazer média, de não imaginar os que os outros pensam e esperam de mim.

Não perco tempo escolhendo roupas ou me questionando se serei aceita e desejada por todos [do sexo oposto, é claro] que me cercam. Quero ser desejada por quem me interessa e não por uma legião de admiradores anônimos.

Não sinto a necessidade de expor meu corpo e nem de esconder minhas formas femininas, não tenho vergonha das minhas vaidades, da minha sensualidade, do meu apetite sexual.

É isso [#prontofalei]. A maturidade te dá a verdadeira noção de que você é o único responsável por suas atitudes e escolhas, pelas prioridades que estabalecer na sua vida, por encarar o essencial, o indispensável das adversidades que lhe surgem.

E, como única resposável que sei que sou, escolhi ser FELIZ!!

Sei exatamente quando o momento da "escolha" chegou e sempre que me recordo daqueles três instantes [que foram mágicos] renovo os meus votos: SEREI FELIZ HOJE E SEMPRE!

Mas voltando ao assunto inicial [nooooossa, agora que vi o quanto me estendi, mas não irei suprimir nada do post]: talvez não seja o fim da história, talvez possa voltar a dar certo, talvez o mocinho resgate a maturidade que demonstrou um dia [não estou dizendo com isso que não possui qualidades, não é isso]...

Enfim, vou seguir a intuição, pois descobri que não há nada e nem ninguém no mundo que possa me dizer a forma correta ou melhor de viver, a não ser o meu próprio coração.

#seguesuanau

"Publicar um texto é um jeito educado de dizer:
Me empresta seu peito porque a dor não tá cabendo só no meu". Tati Bernardi

Ueba! é o fim do inferno astral.

Ufa... parecia interminável, mas passou e, aos trancos e barrancos, eu SOBREVIVI!

Como não poderia deixar de ser, fechei vários ciclos e inaugurei outros tantos mais...

Sinto-me feliz com as novas aquisições: emprego novo - com direito a nova família, amigos novos (mas que parecem que viveram a eternidade ao meu lado - já estou com saudades!), reencontros surpreendentes e, mesmo na fase bad, muitas comemorações.

Isso! muitas comemorações, aliás, como diria o maninho que já me acompanha por duas famílias: eu só comemoro nos dias que tem "feira" no final e, claro, aos sábados e domingos pois tem feira na minha rua!


Fim do inferno astral, baterias recarregadas!

Agora é só aguardar a comemoração de mais uma primavera - e esse ano será Trash.
#fromhell
Canja
"Vamos celebrar, nossa própria maneira de ser
Essa luz que acabou de nascer
Quando aquela de trás pagou
E vamos terminar
inventando uma nova canção
Nem que seja uma outra versão
Pra tentar entender que acabou" - Tudo novo de novo - Moska

Bola dividida

Quanto mais o tempo passa, mais me conheço. E essa semana cheguei a uma nova conclusão sobre mim-mesma.
Vamos aos relatos:


Estávamos no bar - bebericando e contando mentiras [como diria Valdivia] - vários amigos, o gurizinho que resolvi desenvolver certo interesse e eu. Bem, não é que resolvi desenvolver certo interesse gratuitamente, na verdade, estava na finalidade de corresponder às investidas do garoto. Sim, nas últimas semanas, as investidas do garoto na minha pessoa foram públicas e notórias...

Pois bem, acontece que uma das "amigas" que estava conosco passou a atacar "pesadamente" o menino, a ponto de constranger outros membros do conselho ali presentes.

Fato é que, com o que vi, me desempolguei [fááááácil] e aí que vem a 1ª conclusão: EU NÃO ENTRO EM BOLA DIVIDIDA!

Não é por nada, não. Também não é para não correr o risco de ser preterida, não, não, não trepidaria por medo, isso não. Até porque, no caso narrado, a moça alisadora é casada e o guri não parecia estar a fim dos assaltos da marmota. É pelo simples fato dessas situações darem uma certa preguiça.

Ora, a coisa, ou melhor, o gato não pode vir de graça, mas também não temos que despender excessivo trabalho na conquista. E, aí, a 2ª conclusão veio [assim como um raio] da mente filosófica da amiga Giuberta:

" - é por isso que compramos cruzadinhas do nível médio".

Achei sensacional!



E a conclusão final: PREFIRO SER A BOLA DA VEZ!

e nesta sexta-feira [início de fim-de-mundo] ...

"Razão, de que me serve o teu socorro?
Mandas-me não amar, eu ardo, eu amo;
Dizes-me que sossegue, eu peno, eu morro."


Soneto de Manuel Maria Barbosa du Bocage


Porque meia social pode, sim, combinar com tenis

Pronto!! Resolvi falar! E resolvi falar porque estou morrendo de saudades, porque estou ansiosa pelo último encontro.


Sim, será o último, sim! Está decidido. Mesmo sabendo o quanto detesto despedidas e quanto é difícil - para mim - colocar o ponto final, virar a página, mas é assim que vai ser. E não vou sofrer por isso, porque sei também que o inevitável marco definitivo não será o término da ressonância daquilo que sentimos todas as vezes que nos encontramos.


Mas confesso que nesses dias frios tenho pensado muito no "cabelo fino" caído na testa quando estas descabelado, no seu jeito engraçado de falar, de se expressar, da maneira como você me faz rir... chego a sentir seu cheiro! É sério!


Engraçado também é o jeito como você sempre me surpreende. Com lembranças inusitadas [como a do título do post] e com suas decisões incompreensíveis [ou mais que previsíveis].


- Estás certo, meu bem! Você sabe o quanto te aprovo e aprovo suas certezas. Mesmo quando decides combinar meia social com tenis. [rs]


Que seja assim, está combinado! E na tabula rasa ficará registrado:


"Conhecendo a verdade, passado e presente, resolveram que seria assim, para o bem de 'todos'. Conversaram como sempre fizeram, além das risadas e brincadeiras e dormiram abraçadinhos - como se fosse possível deixar impressos seus corpos um no outro. E, ao amanhecer, ele partiu.
Ambos sabiam que era a despedida, mas não o ponto final de suas vidas".


SwáSthya pra você também!





Não é segredo pra ninguém que eu não sou fã de academia. Melhor dizendo, eu gosto muito de atividades físicas, mas detesto musculação e aquele clima de "azaração" que sempre rola nas aparelhagens das academias. Ah, vamos combinar: é péssimo, não??

Bem, mas o fato é que há um ano descobri algo que muito me apetece: o Yôga.

Simplesmente adoro e sinto na pele os benefícios da prática: a melhora na concentração, devido ao aprendizado e exercícios da meditação; qualidade no sono conquistada por meio dos pránáyámas [exercícios respiratórios]; satisfação pessoal ao vocalizar os mantras e também quando percebo o progresso do meu corpo na execução das posturas, chamadas de ásanas. Aliás, quanto mais pratico, mais percebo que o corpo não tem limites - tenho evoluído muito, incrível! às vezes, me sinto a mulher-elástico e faço posições que jamais imaginei que seria capaz e é quase sem querer.

Me sinto mais equilibrada, menos estressada, confiante, é como se estivesse participando de "yogaterapia".
Outra coisa que tem sido fundamental é o conhecimento da filosofia aplicada por meio da metodologia da SwáSthya Yôga - são lições milenares ensinadas com brilhantismo pelo Prof. - é lógico que um professor com paciência para ajudar pessoas inquietas e desastradas é requisito mais do que necessário e neste quesito o meu é um verdadeiro artista.

Eu recomendo para você também! Experimente!
SwáSthya à todos...



Canja

"Pránáyáma Prána, a energia vital penetra nosso corpo pelos labirintos respiratórios. Leva a bênção da vida até o nosso peito e, dele, para todo o nosso ser, físico e sutil. Prána, a energia biológica sem a qual nenhuma forma de vida animal ou vegetal seria possível. Prána, que traz a cura e a regeneração celular. Para viver, todos os seres precisam respirar.
Respirando, crementamos vitalidade, revitalização, reconstituição dos tecidos, insuflando-lhes a própria vida. Controlando os ritmos respiratórios, dominamos nossas emoções e ações. Alterando os níveis de profundidade da respiração, conquistamos novos estados de consciência. Interferindo voluntariamente no ato respiratório, cruzamos a fronteira entre o consciente e o inconsciente.
Isso é pránáyáma! ”

DeRose

Aquela que ama o que faz...

Quando pequena queria trabalhar em circo, depois pensei em ser aeromoça, bailarina [sem nunca ter calçado uma sapatilha de ponta - deve ser por isso que pensei.... rs], atriz [não para ser "global" ou sair na revista "Caras", apenas atriz mesmo] e mais uma porção de coisas.
Estudei para ser professora e até acho que levo jeito, mas a verdade é que me encontrei quando assumi o papel de advogada.

Gente, acho que nasci para isso!!

Hoje em dia sei que desempenho a minha função [não vou ficar de falsa modéstia] com brilhantismo, competência, profissionalismo e, acima de tudo, com amor. É isso! Faço com amor porque amo o que faço [odeio frase pronta, mas tenho que usar essa].

Semana passada eu trabalhei tanto que meus pequeninos pés [tamanho 35 para os meus 1.70m de altura... rs] ficaram em frangalhos, estavam em carne viva, sangrando, tanto que - depois de muito tempo - fui obrigada a ficar em casa em pleno sábado a noite. Mas na segunda-feira, lá estava eu, firme, forte e em cima do salto para uma semana de maratona [29 audiências realizadas - acho que foi o meu recorde].

Confesso que, tempos atrás, achava que estava no caminho errado, que não levava jeito, mas não é que descobri que estava enganada. Ainda bem, né?

LEMBRETE IMPORTANTE [tenho certeza que meus colegas de profissão irão adorar essa parte do post]: Meus queridos, vale lembrar que gosto de tomar cerveja, falar besteira, passear, ser cliente, hóspede, passageira, filha, irmã, enfim.... não sou advogada em tempo integral! Logo, almoço de família é almoço de família, momentos de lazer são para o lazer e não para virar "tenda" de consultas... afinal, não é porque amo que faço que devo viver só para isso, não acham?

Pela juba do leão!

Aqueles que convivem comigo sabem que sou de dar satisfação da minha vida - aliás, de dar MUITA satisfação. Ora, minha mãe sempre soube do meu paradeiro [quase sempre, vai], meus amigos sabem qual a programação que seguirei no final de semana, todos sabem o que tenho de afazeres, quais são minhas atividades diárias, aqueles que estão distantes também sabem quando estarei na terra amada, isto porque eu conto tudo, anuncio minha vida aos quatro ventos, sou bocuda mesmo.

E faço isso porque sou assim, é da minha natureza, ninguém me pede isso, até porque, se pedissem, ai sim eu não o faria. Afim, também é da minha natureza [signo, personalidade, sei lá] não aceitar ordens.
Mas, chegado o mês de abril de cada ano, sou obrigada a declarar minha vida, me curvar à imposição dos "imperadores". Imaginem como estou contrariada!

Sou obrigada, repito: OBRIGADA! Tenho de declarar tudo ao leão.

À propósito, quem é esse tal leão? nem o conheço.
Ah, faça-me o favor! Ele só quer saber da minha vida, quer saber de coisas que eu não costumo contar a ninguém e não me dá nada em troca, nadica, sequer me incluiu na campanha de vacinação contra o "mal da moda".
Isso é um absurdo e nem adianta ser rebelar, a rebeldia é a pior saída, nem penso em não dar essa satisfação, vai que ele me pega! Isso sim seria pior que a obrigação acessória!



Não sei como vocês encaram essa parada, mas, para mim, é sempre revoltante. Dedo do meio procê, Sr. Leão!


O Sr. deveria se envergonhar de impor sua vontade e lançar suas garras sobre o que não lhe pertence! Afinal, tributarista que sou - por formação -, defenderei a contribuinte aqui até a última instância.



Canja

"Não pense que é só isso;
Ainda tem a farra do I.R.;
Dinheiro demais!
Imposto a mais, desvio a mais". (Imposto - Djavan)

Seja corajosa sempre!!

Ano passado, após muita insistência de meus queridos, me joguei em um grande desafio, mais precisamente em fevereiro de 2009.

Aceitar o desafio foi difícil, vivenciá-lo até o fim foi um feito, mas as lições serão para sempre. Lá fiz um pacto comigo mesma e repetirei para o resto da minha vida: Erica, seja corajosa sempre!

Pois é, fato é que ser adulto não é fácil, mas, quem disse que seria?

A verdade é que muitas coisas na vida adulta também causam medo. Algumas podem nos trazer imenso prazer, mas, mesmo assim, dão tremendo medo. Querem um exemplo? a paixão.

A paixão impulsiona a vida, torna o dia-a-dia mais interessante e agradável - o que era cotidiano, vira encantamento -, melhora a pele e provoca reações indescritíveis no nosso corpo - como as "borboletas no estômago" já relatada neste blog.

Mesmo assim, como dá medo se apaixonar!

E como o medo é para os fracos, ousarei repetir: "Erica, seja corajosa sempre!"

Lembrarei, também, do café daquelas tardes e repetirei a famosa frase: "Permita-se um momento de relax". [rs...]

E se acabar com o coração machucado? Paciência! medicarei com uma nova paixão. Não será a primeira e, se Deus quiser, também não será a última vez a passar por isso.

Ora, mais vale machucar o coração do que não sentir as emoções de batimentos acelarados, o redemoinho no peito, não acham??



Canja

"Eu sei que é pra sempre
Enquanto durar
E eu peço somente
O que eu puder dar"
(Porque eu sei que é amor - Sérgio Britto e Paulo Miklos)

Alívio imediato


Ufa!!

Depois de ficar por horas com o coração apertado, de não conter as lágrimas... eis que veio o retorno tão aguardado.

Ainda bem que a sensação de pânico não adentrou a noite - acho que não conseguiria dormir.

Deu tudo certo, aliás, as coisas sempre dão certo quando as pessoas são espertas e se querem bem.

Pronto, foi isso!

De qualquer forma, o post anterior está postado e não deve ser "deletado".

Acho que valeu a pena lançar a energia no universo e logo saber que estava tudo pacificado. Que boa notícia!



Canja

"...A felicidade aparece para aqueles que choram, para aqueles que se machucam, para aqueles que buscam e tentam sempre, e para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam por suas vidas...."
(Clarice Lispector)

"Se o coração pensasse, pararia" - Fernando Pessoa

Acho que é a primeira vez que posto algo no calor da emoção. Sim, vou usar o meu querido blog como querido diário - meio adolescente isso, eu sei - mas, como faço sempre por aqui, preciso desabafar. E desta vez, tem que ser AGORA.

Neste momento meu coração dói... estou aflita, preocupada. Irada com minhas falhas e incompetência.

Não sei se "alguém" vai ler isso, mas espero que me desculpe e que não tenha tido transtornos.

De qualquer forma, o meu consolo é que entre nós há muita cumplicidade e maturidade (também), então, confio que não irá pensar besteira - sabes que jamais faria algo para prejudicar.
E espero não ter prejudicado, esse é meu maior desejo, pode contar com isso!



Aguardo com muita angústia para que tudo dê certo.

Quebra-cabeça

Desde pequena tenho fascínio pelo desafio de montar quebra-cabeça. O que é bem estranho para minha personalidade inquieta - bem inquieta, por sinal.

Mas, de fato, acho que o que me atrai é o desafio.

Tenho que confessar que não sou muito insistente para as coisas corriqueiras da vida, nada insistente na verdade. Sempre penso que se algo não está acontecendo ou se não está dando certo é porque não tinha que ser e logo abandono.

Agora, o milagre se opera quando sou desafiada. Basta alguém falar: Ah, acho que você não conseguirá... e plim, plim.. vira ideiá fixa, determinação e não desisto até conseguir.

E, neste momento, como criança, iniciei a montagem de um quebra-cabeça de 3.000 peças... incrível... mais precisamente comecei a brincadeira no dia 27-01-2010. Não sei quanto tempo vai levar para concluir, mas vou comentar cada etapa...

Ok, acho que não "trabalharei" sozinha, espero contar com a ajuda das visitas, que também terão seu mérito e serão lembradas por aqui.



Quem se habilita??

Saudade já não sei se é a palavra certa

Enfim, vamos abrir os trabalhos deste ano por aqui.

Isso mesmo, ESTOU DE VOLTA!!

É, amados, tudo que é bom dura pouco e alegria de pobre também. Peninha.

De qualquer forma, a viagem foi maravilhosa e vocês irão ouvir falar muito dela por aqui.

Adorei pernambuco, adorei os pernambucanos e não irei poupar elogios.
A verdade é que já estou com saudades.

Não que isso seja uma novidade para mim, sou extremamente nostálgica.

Sinto saudades de cheiros, de sabores, de pessoas... ah, as pessoas.

Me recordo da primeira vez que me lembro de ter sentido isso: meu pai se despendindo de nós na rodoviária de Santos. Aquela mão bailando o tchau rodeou meus pensamentos durante todo o final de semana e doeu até a data do reencontro.

Hoje sinto saudades de minha infância, do sorvete de água e do pão de cará, do meu vozinho, de pular elástico, jogar bolinhas de gude no tapete (para não perturbar o vizinho), do fiel cãozinho, da turma da escola, dos amigos da esquina que me esperavam na saída da aula - os mesmos amigos que me levavam para as festas quando meu RG não permitia e, no rodízio, não deixavam que a mocinha aqui exercesse a função dentro do bar -, do violão tocado na praia, da faculdade, dos encontros no Tagarella, do cheiro do barro e das caronas de bicicleta, da coxinha de Pinutcha, do slurp de limão com hortelã, das festas de halloween, da bata amarela.

Sinto saudade imensa de pessoas, mesmo das que estão próximas, das que não conheço, saudade das pessoas que mantém contato apenas virtual... saudade de falar, ouvir a voz, pegar na mão, sentir o gosto, o hálito, o toque, saudade de passar a mão no ombro, no cabelo...

Pior é que a saudade de pessoas se manifesta em mim de um jeito muito objetivo, sei que estou a ponto de "morrer de saudades" quando imagino o rosto e não consigo mais me lembrar do sorriso.

Como dói!

Ainda, descobri outra: passar um tempinho fora também deu saudade do meu canto. Saudades do meu amoroso, da cama preparada com talco, do filtro de barro e da água fresca com sua pedras, do sujinho (senti um pouco de ciúme também), das roupas no varal, dos livros e da cantoria diária.

Mas essa foi a saudade mais fácil de matar.


Canja

"Sentimos saudades de certo momento da nossa vida e de certos momentos de pessos que passaram por ela". Carlos Drummond de Andrade

Metade gente, metade cavalo

Orgulhosamente: sagitariana.

Daquelas originais, com todos os ítens de série. Sério mesmo, tudo aquilo que você ouviu dizer sobre o signo é meu reflexo.

Para comprovar:

"Acostumado à liberdade, não é muito comum vê-lo aprisionado por uma afeição, mas por outro lado, este nativo gosta de viver suas relações com a maior sinceridade possível, e nesse caso, o amor pode parecer mais atraente e divertido do que os excessos sentimentais da paixão. Ampliar horizontes, seguir para o futuro e estar sempre aberto a novas experiências são as características dos sagitarianos" - http://www.girafamania.com.br/primitiva/astro-sagitario.htm


"Nem sempre a sagitariana dirá coisas que você quer ouvir. Na maioria das vezes , ela vai deixá-lo arrepiado com suas observações desconcertantes e francas. Ela não gosta de mentiras, e dificilmente alguma mulher de sagitário costuma mentir. E a gente tem que admitir que isto é uma ótima qualidade, não é?

Quando quiser que ela faça algo, peça-lhe. Não tente mandar nela. A técnica dos homens das cavernas não funciona com esta mulher. Ela não nasceu para ser mandada, odeia ter que receber ordens e abomina todo homem que tente aprisioná-la. Ela gosta de ser protegida, mas não gosta de ser mandada.

Quanto mais nervosas ela fica mais sarcástica e cínica. Como todo sagitariano (homem ou mulher) ela não é de armar o barraco, mas se resolver fazê-lo é melhor se esconder até a tempestade passar. Afinal, não é prudente brigar com um signo que é metade gente, metade cavalo, e a metade humana ainda está armada!

Feliz daquele que tem a sorte de ter uma mulher de sagitário como amiga. Ela alegrará suas festas, será sua melhor confidente e sempre estará ao seu lado quando todos seus amigos tiverem abandonado o barco.

A coisa mais dificil de encontrar é uma sagitariana que não seja um pouco desajeitada.

Se emociona ao assistir um filme triste e sonha com você durante as noites em que estiver solitária, mesmo que nunca confesse isto.

E elas adoram ser tratadas como meninas sapecas que não param no canto, sempre prontas a correr na rua com os garotos! " http://www.revistaandros.com.br/sagitariana.html


Tudo verdade!
Sou sagitarianíssima, doa a quem doer... rs.

Verdade também que daqui 15 dias (segundo o contador da coluna ao lado) completarei mais uma primavera.

E lá se vão meus trinta anos..... como foi bom!!

Por isso, devo comemorar. Comemorarei e saudarei os meus trinta-e-um já com nostalgia...

E vou me dar ao deleite da festividade para fechar um ciclo e iniciar uma nova vida (grandes promessas para 2010...).

Assumidamente lingua de trapo

Levantei a bandeira e não quero mais baixá-la: vou falar mesmo!! E lá vai mais uma história de bajulação (talvez a minha favorita e talvez porque seja destinada a minha pessoa favorita). Vamos lá:

Já faz algum tempo que recebi a "missão" de escrever uma carta para o meu herói e cumpri com o maior prazer. Confesso que fiz às pressas, mas com o pensamento fervilhando de boas lembranças ao lado do homenageado - aquele instante foi muito especial.

Aliás, voltando a pensar no dia que escrevi essa carta e nos demais que o sucederam, chego à conclusão que virei a maior língua de trapo faz "é" tempo... afinal, eu contei para o destinário-herói que ele foi o meu eleito.

"Cáspita", por que sou assim? E, pior, não tenho medo de, assim como o peixe, morrer pela boca, pela boca grande que me pertence e não sabe ficar fechada e evitar as moscas que ei de engolir aos milhões até o fim da vida.

Pois bem, retomando, declarei, sim, que havia escrito a tal carta - mas estava no contexto da nossa conversa (não que isso justifique o fato da minha língua não caber na boca) - aliás, declarei, inclusive que a entregaria.

Depois, o tempo passou e, como sempre acontece com o meu herói, ele teve o dom de perder o seus "super-poderes-encatadores" e desisti de entregar o escrito em mãos.

Bem, eu até poderia postar o que escrevi virtualmente - neste meu humilde espaço cibernético -, mas não vou transcrevê-la (sim, a carta existe de verdade, está escrita num papel sulfite dobrado 4 vezes, com caneta azul e uma letra horrível - já disse que fiz às pressas), pois, como sempre acontece, quem sabe seus super-poderes voltem a me encantar e pode ser que eu mude de idéia e a entregue.
Desta vez, vou manter em segredo.





Canja

Please don't, please don't, please don't
There's no need to complicate
Cause our time is short
This oh this this is out fate, I'm yours!

I'm yours - Jason Marz

Passado a limpo

Sabe como é quando uma coisa te fere a fundo? Tão fundo que de lembrar do assunto você não sente raiva, mas uma vontade imensa de chorar?

Aí, você acha que é melhor esquecer para não se ferir e age assim - meio sem pensar, apenas para não se machucar. E, no meu caso, esquecer significou se afastar.

Aí, também, você descobre que a distância machuca ainda mais! A saudade oprime o peito, mas... fazer o quê?

Algumas coisas não mudam por si só. É preciso que alguém provoque essa mudança.

E eu, definitivamente, tenho que confessar: Não tive forças para isso!

Que bom que você veio, que voltamos as boas (assim eu espero) e que essa parte ruim nunca mais se repita.

Muitos momentos não foram compartilhados, mas inúmeros poderão ser retomados, como antes ou ainda melhores.


Infelizmente, nada trará a tia amada de volta (para um café à tarde, um papo longo - aquele olhar carinhoso -, sábios conselhos, para as broncas mereceridas), mas onde quer que ela esteja, sei que agora estará ainda mais feliz!!










Fotos: do meu encontro com a Carol E do casório do querido George.


Clarividente

Embora alguns colegas de profissão insistam em utilizar o vocábulo erroneamente - como se fosse sinômino da aglutinação de claro e evidente -, a verdade é que clarividente é aquele que tem a capacidade de prever coisas, acontecimetos futuros...


Não que eu acredite que esteja tudo pré-determinado em nossas vidas, que o destino independa do livre arbítrio, mas tenho me consultado com uma clarividente. Pronto, falei!




Sei que muitos de vocês não conseguiriam imaginar isso de mim, mas a facilidade de acessá-la aguçou minha curiosidade.

Não sei ao certo qual a "técnica" (búzios, tarot, bola de cristal...) utilizada pela "Ligue djá" - apelido carinhoso que dei a ela - pois nosso contato é apenas por telefone, mas sei que funciona.

Já me consultei algumas vezes e é surpreendente! Algumas amigas também já se socorreram com a Ligue djá e a reação é sempre a mesma: I N C R Í V E L !!

Sei que sou a dona do meu destino, que as previsões podem nos deixar sugestionadas, mas adoro ouvir alguns conselhos, mesmo sabendo que eles não me freiam nos meus propósitos, pois sempre aposto no meu sexto sentido - de mulher tola que acha o máximo a advinhação (ok, sei que pensarão isso... rs)

Bom, certo é que, diante de tantos acertos, estou aguardando ansiosa os acontecimentos previstos para "de setembro em diante". Muita coisa sei que dependerá de mim e de minha boa vontade, mas estou disposta a aceitar a previsão - não insistam, não vou contar a "sorte" que me foi revelada para esse futuro próximo.

Espero valer a pena!

Por razões óbvias, não irei deixar registrado aqui o contato da Ligue djá, mas quem estiver a fim de testar, é só falar que passarei do número de telefone, com a condição de depois me contar tudo...

Apenas mais uma de amor (grande Lulu Santos)

"Eu gosto tanto de você

Que até prefiro esconder

Deixo assim ficar

S U B E N T E N D I D O"


Até sinto as borboletas no estômago...
"SERVIMOS BEM PARA SERVIR SEMPRE"