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"I wish you were here"

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"Tempo, tempo, mano velho, falta um tanto ainda eu sei, pra você correr macio..."

E quando chegam as datas [como agora]... parece que o tempo quase pára, se arrasta... e arrasta como arame farpado no meu peito.

Tenho suas lembranças tão vivas dentro de mim e, mesmo distante, sei o quanto és próximo. 

Vivas sei que estão pra ti também, como a marca que escolheste para sublinhar essa sua existência conosco e que hoje se tornaram uma realidade.

Mas dizem que é ele, o tempo, quem nos cura. Vou aguardar!


Comigo a certeza que ainda voltarei a ouvir o apelido [que tanto amo e sinto saudades] e daremos muitas risadas juntos, como no passado!

Canja

"(...) E te ouvir dizer:

Não é por mal
Mas vou te fazer chorar (...)

(...) Faz um tempo eu quis

Fazer uma canção
Pra você viver mais (...)"

+ Pato Fu

Ueba! é o fim do inferno astral.

Ufa... parecia interminável, mas passou e, aos trancos e barrancos, eu SOBREVIVI!

Como não poderia deixar de ser, fechei vários ciclos e inaugurei outros tantos mais...

Sinto-me feliz com as novas aquisições: emprego novo - com direito a nova família, amigos novos (mas que parecem que viveram a eternidade ao meu lado - já estou com saudades!), reencontros surpreendentes e, mesmo na fase bad, muitas comemorações.

Isso! muitas comemorações, aliás, como diria o maninho que já me acompanha por duas famílias: eu só comemoro nos dias que tem "feira" no final e, claro, aos sábados e domingos pois tem feira na minha rua!


Fim do inferno astral, baterias recarregadas!

Agora é só aguardar a comemoração de mais uma primavera - e esse ano será Trash.
#fromhell
Canja
"Vamos celebrar, nossa própria maneira de ser
Essa luz que acabou de nascer
Quando aquela de trás pagou
E vamos terminar
inventando uma nova canção
Nem que seja uma outra versão
Pra tentar entender que acabou" - Tudo novo de novo - Moska

Todos os santos

Entre o das bruxas e o dos finados, está o dia de todos os santos.

E, por ser esse dia um dia especial [dia do seu aniversário], eu me pergunto: quem foi santo e quem foi culpado?

Ah, deixa pra lá! Essa questão não cabe mais nas nossas vidas.

O que vale, mesmo, é lembrar da nossa sintonia, algo como: pensar as mesmas coisas, falar igual, dança do mesmo jeito, sentir as mesmas vontades, cantar a música que o outro está pensando e rir [rir muito] das brincadeiras e infantilidades do outro...

Foi assim que vivemos. Vivemos juntos e felizes, fomos amigos, companheiros e cúmplices, foi mágico - espero que tenha sido assim para você também...


Certo é que toda separação machuca. Machucou em você e machuca em mim. Como te disse neste "seu dia": essa saudade eu sei de cor.

De qualquer forma, sempre acreditei que a amizade seria o melhor remédio para nossa ferida ou talvez, como escreveu Martha Medeiros numa crônica que li outro dia: tem casamentos que não dão certo e tem separações que também não dão [não era bem isso, mas era algo assim... rs], enfim...

Feliz Aniversário, Mr. B.!
#eseguesuanau

HOJE

Se eu pudesse escolher cada detalhe, escolheria que hoje:

- fosse realmente uma segunda-feira, dia "ponte" de feriado, só para esquecer as segundas-feiras comuns e sem consolo;

- não tivesse a rotina de escritório, que pudesse ser uma "emenda" de feriado;

- fosse uma dia típico de primavera e não esse dia frio que teima em esconder o agradável clima da estação das flores;

- escolheria café-da-manhã à dois, almoço preguiçoso e [jantar? hum, jantar não!], à noite, bebedeira com os amigos;

- as horas tivessem cheiro de festa [!!];

- que você apenas sorrisse! Um sorriso [um sorriso não! um monte deles!!] daquele gostoso, que parece gargalhada e que, sem dúvida, é um dos principais motivos para eu querer sua companhia;

- escolheria dar e receber um abraço [que você sabe bem como é! que me esmaga o peito até doer... rs] e que este abraço me fizesse esquecer o aperto que senti dentro de mim dias atrás e que insiste em permanecer até hoje - um abraço com efeito amnésia, acho que é isso.

Enfim, que HOJE fosse especial, por todas as razões - simples e óbvias - que esse dia tem para ser assim.

Espero comemorar essa sua primavera e apenas me lembrar do dia que provamos nossos "venenos".
Muitas felicidades, moço...

Porque meia social pode, sim, combinar com tenis

Pronto!! Resolvi falar! E resolvi falar porque estou morrendo de saudades, porque estou ansiosa pelo último encontro.


Sim, será o último, sim! Está decidido. Mesmo sabendo o quanto detesto despedidas e quanto é difícil - para mim - colocar o ponto final, virar a página, mas é assim que vai ser. E não vou sofrer por isso, porque sei também que o inevitável marco definitivo não será o término da ressonância daquilo que sentimos todas as vezes que nos encontramos.


Mas confesso que nesses dias frios tenho pensado muito no "cabelo fino" caído na testa quando estas descabelado, no seu jeito engraçado de falar, de se expressar, da maneira como você me faz rir... chego a sentir seu cheiro! É sério!


Engraçado também é o jeito como você sempre me surpreende. Com lembranças inusitadas [como a do título do post] e com suas decisões incompreensíveis [ou mais que previsíveis].


- Estás certo, meu bem! Você sabe o quanto te aprovo e aprovo suas certezas. Mesmo quando decides combinar meia social com tenis. [rs]


Que seja assim, está combinado! E na tabula rasa ficará registrado:


"Conhecendo a verdade, passado e presente, resolveram que seria assim, para o bem de 'todos'. Conversaram como sempre fizeram, além das risadas e brincadeiras e dormiram abraçadinhos - como se fosse possível deixar impressos seus corpos um no outro. E, ao amanhecer, ele partiu.
Ambos sabiam que era a despedida, mas não o ponto final de suas vidas".


Copa do mundo: até 2014!

Ontem foi o encerramento da copa do mundo e já estou com saudades!

Claro que não sentirei saudades da vuvuzélas insuportáveis, mas do clima de copa, da alegria que o futebol proporciona.

Ok, a alegria foi diminuída naquele 02 de julho, mas....

Bem, agora no resta aguardar a próxima edição em 2014 e apreciar o muso da copa da África [é claro que a foto seria do barbudo Gerard Piqué].

Deixo aqui também a música escolhida pela Coca-Cola para celebrar a ocasião - e que eu adorei.



Licor de cassis

Estava eu aqui, repaginando meu querido brog, ouvindo uma musiquinha boa [Nando sempre Nando, ou melhor, desta vez Roberta Campos e Nando Reis], viajando mesmo... quando vi a garrafa de Licor de Cassis que ganhei da mama, logo ali: à mão.

Bem, um pequeno cálice, talvez dois...

Viajando, viajando...

Eis que me lembrei de algo que ouvi dia desses, quando a criatura fofa [plagiando um terceiro] me disse: "sou igual ao licor de cassis: é bom, mas só bebemos um pouquinho - pra não enjoar".

E, pior, se vira em seguida e me pergunta: "você gosta de licor de cassis, não?"... Mas é claro que sim, aliás, como diria D. Giubertina: "sabe que sim, por que pergunta?".

À propósito, mama, que tal me presentear novamente, heim?

Escrevo esse "post" pois não tenho voz...

Passei o dia todo com essa música na cabeça [O sono vem, do Barão Vermelho], então, senti que precisava escrever.

Mas já faz horas que estou tentando e não consigo postar - essa é a quarta versão!

Não por falta de inspiração, aliás, a inspiração é justamente aquela que me faz perder o sono.

Pronto, foi isso: pensei demais!




Canja

O sono vem
Barão Vermelho

Te escrevo essa carta pois não tenho voz
Suficiente pra nós
Não durmo direito há alguns dias
Só alguns dias

E vem a tranquilidade do sono
Se mistura a realidade do sonho
E nessa hora ninguém é de ninguém
Essa carta que eu te escrevo
Não impede que eu fique mudo
Mas o resto da carta, o resto de tudo
O resto do mundo eu só mostro
Quando você se entregar

Se eu parar de pensar em você
O sono vem, o sono vem
É só eu parar de pensar em você
Que o sono vem, o sono vem

Mas talvez eu ainda ache
Que as pílulas pra dormir
Na minha vida se encaixem
Como uma forma de fugir
Ahh...de você

____________________________________________________________________

Acho que é isso...

Saudade já não sei se é a palavra certa

Enfim, vamos abrir os trabalhos deste ano por aqui.

Isso mesmo, ESTOU DE VOLTA!!

É, amados, tudo que é bom dura pouco e alegria de pobre também. Peninha.

De qualquer forma, a viagem foi maravilhosa e vocês irão ouvir falar muito dela por aqui.

Adorei pernambuco, adorei os pernambucanos e não irei poupar elogios.
A verdade é que já estou com saudades.

Não que isso seja uma novidade para mim, sou extremamente nostálgica.

Sinto saudades de cheiros, de sabores, de pessoas... ah, as pessoas.

Me recordo da primeira vez que me lembro de ter sentido isso: meu pai se despendindo de nós na rodoviária de Santos. Aquela mão bailando o tchau rodeou meus pensamentos durante todo o final de semana e doeu até a data do reencontro.

Hoje sinto saudades de minha infância, do sorvete de água e do pão de cará, do meu vozinho, de pular elástico, jogar bolinhas de gude no tapete (para não perturbar o vizinho), do fiel cãozinho, da turma da escola, dos amigos da esquina que me esperavam na saída da aula - os mesmos amigos que me levavam para as festas quando meu RG não permitia e, no rodízio, não deixavam que a mocinha aqui exercesse a função dentro do bar -, do violão tocado na praia, da faculdade, dos encontros no Tagarella, do cheiro do barro e das caronas de bicicleta, da coxinha de Pinutcha, do slurp de limão com hortelã, das festas de halloween, da bata amarela.

Sinto saudade imensa de pessoas, mesmo das que estão próximas, das que não conheço, saudade das pessoas que mantém contato apenas virtual... saudade de falar, ouvir a voz, pegar na mão, sentir o gosto, o hálito, o toque, saudade de passar a mão no ombro, no cabelo...

Pior é que a saudade de pessoas se manifesta em mim de um jeito muito objetivo, sei que estou a ponto de "morrer de saudades" quando imagino o rosto e não consigo mais me lembrar do sorriso.

Como dói!

Ainda, descobri outra: passar um tempinho fora também deu saudade do meu canto. Saudades do meu amoroso, da cama preparada com talco, do filtro de barro e da água fresca com sua pedras, do sujinho (senti um pouco de ciúme também), das roupas no varal, dos livros e da cantoria diária.

Mas essa foi a saudade mais fácil de matar.


Canja

"Sentimos saudades de certo momento da nossa vida e de certos momentos de pessos que passaram por ela". Carlos Drummond de Andrade

Agora, mistura tudo isso

Não sou fã, sou assumidamente puxa-saco!!














E nesta minha nova fase - propagar os bons sentimentos - não guardei em segredo: Permito a BAJULAÇÃO!!

Passado a limpo

Sabe como é quando uma coisa te fere a fundo? Tão fundo que de lembrar do assunto você não sente raiva, mas uma vontade imensa de chorar?

Aí, você acha que é melhor esquecer para não se ferir e age assim - meio sem pensar, apenas para não se machucar. E, no meu caso, esquecer significou se afastar.

Aí, também, você descobre que a distância machuca ainda mais! A saudade oprime o peito, mas... fazer o quê?

Algumas coisas não mudam por si só. É preciso que alguém provoque essa mudança.

E eu, definitivamente, tenho que confessar: Não tive forças para isso!

Que bom que você veio, que voltamos as boas (assim eu espero) e que essa parte ruim nunca mais se repita.

Muitos momentos não foram compartilhados, mas inúmeros poderão ser retomados, como antes ou ainda melhores.


Infelizmente, nada trará a tia amada de volta (para um café à tarde, um papo longo - aquele olhar carinhoso -, sábios conselhos, para as broncas mereceridas), mas onde quer que ela esteja, sei que agora estará ainda mais feliz!!










Fotos: do meu encontro com a Carol E do casório do querido George.


Há mais de 10 anos

Comecei a frequentar o Torto (http://www.torto.com.br/) na época de faculdade ou um pouco antes (1996, eu acho). E como frequentei!

É o tipo de lugar que eu gosto: inferninho, boa música, cerveja gelada e gente, muita gente apertada (esse é o ponto fraco, mas tá valendo).

Em uma certa época eu ia ao Torto sozinha mesmo, apenas para curtir, mas sempre encontrava alguém, algum baladeiro de plantão (via de regra: Ranziza, Gustavo Guerra e outros avulsos).

Mesmo assim, estive ausente por mais de 5 anos (desde 2003, eu acho).

Eis que surge o convide, "TORTO HOJE?", pleno domingão, véspera de feriado (em Santos o feriadão se estende até o dia 08/09 - dia da padroeira da cidade), vindo do casal amigo. Não pude recusar!

Por lá, continua tudo igual, fantasticamente nostálgico e percebo que tem tudo a ver comigo... em breve quero estar de volta.

Não é mais que um até logo...

Mais uma vez, a vida - em seus intermináveis ciclos - me colocou frente a frente com o rompimento e a separação.

Rompimento da rotina e do trabalho que estava sendo realizando; separação dos meus amigos queridos e de uma equipe que sempre esteve lado a lado, me dando apoiou.

Mas, por mais que já tenha me despedido inúmeras vezes (em diversas situações), nunca é fácil... dói demais. Mesmo quando nos preparamos para isso!

E, desta vez, achei que estivesse preparada, afinal, fui eu quem buscou o momento, mas não estava!

Deu um nó na garganta, um aperto no peito... não sei explicar, mas me senti como uma criança quando tem que ir embora da festa.

Pois é, acho que é impossível conciliar a palavra "adeus" a um sorriso!

Restaram lágrimas... as mesmas que escorrem agora!!

Por isso, prefiro que seja um até breve!

Para evitar o chororo de minha parte, não dei abraço em todos.. desculpem a covardia, é que assim fica o motivo para nos encontrarmos novamente.


Agradeço o carinho e a paciência, em especial aos amigos de equipe (são mais que colegas) e aos "meus queridos" do administrativo.

Por tudo isso, sei que VALEU A PENA!

Quando a saudade é demais, não cabe no peito, escorre pelos olhos

Sinto tanta saudade das pequenas!







Saudade das gargalhadas e do abraço arrebatador da maior, das nossas palhaçadas....

Saudade do jeitinho de falar meigo e carinhoso da menor, da maneira como me chama...

Ah, quanta saudade que nem cabe em meu peito e inúmeras vezes escorreu pelos meus olhos.

Sei que estive ausente nos últimos tempos, mas algo no fundo de meu coração parecia um espinho a me atormentar, provocando este escudo chamado distância.

Agora, me sinto bem melhor e nada, nada neste mundo, há de nos separar.

Sabemos que o sentimos é involuntário, gratuito e para sempre.

Beijocas açucaradas da Titia Fadinha!

"SERVIMOS BEM PARA SERVIR SEMPRE"