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Limpe os pés no capacho e entre sem bater.

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"I wish you were here"

Mostrando postagens com marcador O que sou. Mostrar todas as postagens
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Queria ter o poder de dobrar a saudade, colocá-la no bolso e seguir em frente,
como se meu coração estivesse inteiro.



#seguesuanau

Enquanto isso, na sala de Justiça...


Recado a Giz:

"Audiência extra pauta:
não será apresentada defesa nesta oportunidade"

#penadepreclusão





Canja

"(...) Olhos que procuram em silêncio

Ver nas coisas, cores irreais
O seu instinto, é o meu desejo mais puro
Esse seu ar obscuro
Meu objeto de prazer
Mas se você quiser, eu bebo o seu vinho
Mas se você quiser sou pedra, flor, espinho (...)"

[Pedra, Flor, Espinho - Barão Vermelho]

Porque eu fiz tantas canções para você...

Teimei em sair descalça, pois o algodão das nuvens não machucaria meus pés.

Nenhum sinal de tempestade. Nenhum sinal, mas choveu - um dilúvio de arrastar corações. E recebi relâmpagos nos ouvidos e trovões no olhar.

Claro que não compreendi. Tinha que trocar os sentidos. Então, troquei!

Tenho seis sentidos e quando há confusão, coloco o último de lado, como quem abre a cortina para a luz entrar.

Mas procurei em todos os cantos mais sentido: nos outdoors, nas embalagens, nos formigueiros...

E amoleci. Finalmente, amoleci!

Porque você descobre o "errado" quando encontra o certo. E, ao encontrar o certo, é fácil perceber que o errado não é tão errado assim, mas era errado para você.

Com uma pá, recolhi os cacos da raiva, transmutei o mau em luz e depositei tudo para repousar no meu jardim [onde eu posso relembrar com carinho de cada bom dia que trocamos].

Enfim, a tempestade só aconteceu para mim e em mim. E a tempestade tem sua beleza, seu charme: descansar a cabeça, receber cafuné ou um leitinho com chocolate...


Mas agora eu já penso que estou no horário de verão, é mudança de estação, certamente...



Canja

"Não quero que isso aqui dentro de mim

Vá embora e tome outro lugar
Talvez a vida mude e nossa estrada pode se cruzar
Amor, meu grande amor, estou sentindo
Que está chegando a hora de dormir".

[Outro lugar - Milton Nacimento]

"Acreditamos na distância entre nós"... [ou não...]

 "Era uma vez uma mocinha, não tão mocinha assim, vai... que se interessou apaixonou por um mocinho, talvez um menino, vai..."

Aff!!! quando a história começa errada, é certo que não terminará bem e foi o que aconteceu.

Acredito que quando duas pessoas se gostam não há espaço para preconceitos baratos, interesses quaisquer que não seja o "puro e simplesmente se entregar à vontade de gostar de alguém".

Me enganei? Não, não..desta vez, não. Amados, sempre me engano com as pessoas, acredito e idealizo demais - e em todas as relações [trabalho, amigos, amores]. Minha intuição é um lixo, vive adormecida, me largando na mão.

Mas uma coisa é fato: quando ela [a intuição] me aponta algo... BATATA! não tem erro, posso me jogar de cabeça e cegamente, pois não estou enganada.

Foi o que aconteceu e o que fiz, mas não deu certo. Seria falha na intuição ou só eu me entreguei ao prazer de gostar do outro? não fui [ou sou] correspondida? Nada disso!

Minha intuição falou alto aos ouvidos e ao coração, e quando é assim não tem erro - r-e-p-i-t-o!!!

O que faltou foi maturidade. E maturidade não é um botãozinho que se aperta e PRONTO. Vem com a experiência, levando rasteira da vida e levantando, contando com ajuda dos que nos amam [luxo que poucos podem se dar] para o resgate de valores sociais e morais, quando o que mais queremos é desistir e nos vingar do mundo.

Não sou velha e nem careta [bem longe disso, por sinal], só não estou mais para joguinho de conquista, de provocar ciúme esperando um ceninha medíocre como prova de amor [aliás, taí um grande sinal de imaturidade: achar que ciúme é prova de amor]. 

Tô em outra, rapá... Me sinto livre e segura e desejo o mesmo para quem está ao meu lado, por isso demonstro todo o meu sentimento em forma de carícias e reconhecimento. Quer ferramentas melhores que essas? Me entrego em gestos, olhares e palavras sem pensar em vulnerabilidade.

Cheguei na fase da autenticidade, de falar o que sinto e penso na cara, de ter atitude, de não fazer média, de não imaginar os que os outros pensam e esperam de mim.

Não perco tempo escolhendo roupas ou me questionando se serei aceita e desejada por todos [do sexo oposto, é claro] que me cercam. Quero ser desejada por quem me interessa e não por uma legião de admiradores anônimos.

Não sinto a necessidade de expor meu corpo e nem de esconder minhas formas femininas, não tenho vergonha das minhas vaidades, da minha sensualidade, do meu apetite sexual.

É isso [#prontofalei]. A maturidade te dá a verdadeira noção de que você é o único responsável por suas atitudes e escolhas, pelas prioridades que estabalecer na sua vida, por encarar o essencial, o indispensável das adversidades que lhe surgem.

E, como única resposável que sei que sou, escolhi ser FELIZ!!

Sei exatamente quando o momento da "escolha" chegou e sempre que me recordo daqueles três instantes [que foram mágicos] renovo os meus votos: SEREI FELIZ HOJE E SEMPRE!

Mas voltando ao assunto inicial [nooooossa, agora que vi o quanto me estendi, mas não irei suprimir nada do post]: talvez não seja o fim da história, talvez possa voltar a dar certo, talvez o mocinho resgate a maturidade que demonstrou um dia [não estou dizendo com isso que não possui qualidades, não é isso]...

Enfim, vou seguir a intuição, pois descobri que não há nada e nem ninguém no mundo que possa me dizer a forma correta ou melhor de viver, a não ser o meu próprio coração.

#seguesuanau

"Publicar um texto é um jeito educado de dizer:
Me empresta seu peito porque a dor não tá cabendo só no meu". Tati Bernardi

É que "Parei de pensar e comecei a sentir"...

Amados, esse post é apenas para me desculpar por não ter publicado nada nos últimos tempos.

Até poderia alegar que estou sem tempo, mas faltaria com a verdade. Fato é que estou precisando colocar as idéias em ordem para conseguir escrever as bobagens que gosto de colocar aqui. Afinal, mudei de emprego [novamente], estou me dedicando mais à espiritualidade, às reuniões familiares, estou fazendo meditação e tentando cuidar da saúde.... ufa! ainda assim, não me falta tempo - como já disse - o que falta é o alinhamento entre corpo, mente, alma e coração, só isso. Acho que está justificado, não?

Mas estou certa que em breve as coisa se aquietarão e estarei por aqui repleta de novidade.

Beijo grande!

Sexta-feira: vamos correr pro abraço?


"Se faltar calor, a gente esquenta

Se ficar pequeno, a gente aumenta
E se não for possível, a gente tenta
Vamos velejar no mar de lama
Se faltar o vento, a gente inventa"
[Pose  - Humberto Gessinger]


Portas e janelas abertas para 2011 entrar...

Que vergonha, gentem! estou super atrasada, não só para desejar que 2011 seja um ano maravilhoso para todos, mas também para contar tudo que se passou no mês de dezembro. Mas, como nunca é tarde para blogar, estou de volta para abrir os trabalhos por aqui.

Nossa, são tantas novidades, tantas coisas inusitadas que ocorreram desde o último post que, mesmo querendo fugir da famosa "to do list" de inicío de ano, faço aqui a promessa de contar tudo o que se passou.

Por falar em "to do list" a verdade é que abandonei essa idéia desta vez, pois comecei fazendo tudo errado, incluindo nos meus planos coisas que não dependem só de mim, como ganhar na mega sena, ter um filho [apesar de 2011, segundo o Horóscopo Chinês, ser o ano do Coelho... rs] e outras coisinhas mais que como sou muito loira é melhor não comentar...

E, como é melhor tarde do que nunca: Desejo que 2011 seja um ano repleto de realizações, de boas surpresas, que tenhamos saúde para trabalhar, trabalho para viver e muita vida para gozar....

Adoro ano ímpar e sinto que 2011 vem com energias boas, um brilho diferente... e vamos que vamos, que eu não posso parar!

Beijocas no coração de vocês.

#novasparacfembreve




Canja

“Para você ganhar um belíssimo Ano Novo

cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano,
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior),
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens? passa telegramas?)


Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre".

 (Carlos Drummond de Andrade).

Ueba! é o fim do inferno astral.

Ufa... parecia interminável, mas passou e, aos trancos e barrancos, eu SOBREVIVI!

Como não poderia deixar de ser, fechei vários ciclos e inaugurei outros tantos mais...

Sinto-me feliz com as novas aquisições: emprego novo - com direito a nova família, amigos novos (mas que parecem que viveram a eternidade ao meu lado - já estou com saudades!), reencontros surpreendentes e, mesmo na fase bad, muitas comemorações.

Isso! muitas comemorações, aliás, como diria o maninho que já me acompanha por duas famílias: eu só comemoro nos dias que tem "feira" no final e, claro, aos sábados e domingos pois tem feira na minha rua!


Fim do inferno astral, baterias recarregadas!

Agora é só aguardar a comemoração de mais uma primavera - e esse ano será Trash.
#fromhell
Canja
"Vamos celebrar, nossa própria maneira de ser
Essa luz que acabou de nascer
Quando aquela de trás pagou
E vamos terminar
inventando uma nova canção
Nem que seja uma outra versão
Pra tentar entender que acabou" - Tudo novo de novo - Moska

E finjo ser distraída demais!

Tem sido assim...

"Se enamora e fica tão difícil de ir embora
e às vezes escondido a gente chora
E chora mesmo sem saber porque

Se enamora
A gente de repente se enamora
e sente que o amor chegou na hora
E AGORA GOSTO MUITO DE VOCÊ*"






*Se enamora - Garofalo, Monti, Vicenzo Giuffré, Giannino Gataldo, Edgard Poças

#vejoafelicidadenoespelho

Bola dividida

Quanto mais o tempo passa, mais me conheço. E essa semana cheguei a uma nova conclusão sobre mim-mesma.
Vamos aos relatos:


Estávamos no bar - bebericando e contando mentiras [como diria Valdivia] - vários amigos, o gurizinho que resolvi desenvolver certo interesse e eu. Bem, não é que resolvi desenvolver certo interesse gratuitamente, na verdade, estava na finalidade de corresponder às investidas do garoto. Sim, nas últimas semanas, as investidas do garoto na minha pessoa foram públicas e notórias...

Pois bem, acontece que uma das "amigas" que estava conosco passou a atacar "pesadamente" o menino, a ponto de constranger outros membros do conselho ali presentes.

Fato é que, com o que vi, me desempolguei [fááááácil] e aí que vem a 1ª conclusão: EU NÃO ENTRO EM BOLA DIVIDIDA!

Não é por nada, não. Também não é para não correr o risco de ser preterida, não, não, não trepidaria por medo, isso não. Até porque, no caso narrado, a moça alisadora é casada e o guri não parecia estar a fim dos assaltos da marmota. É pelo simples fato dessas situações darem uma certa preguiça.

Ora, a coisa, ou melhor, o gato não pode vir de graça, mas também não temos que despender excessivo trabalho na conquista. E, aí, a 2ª conclusão veio [assim como um raio] da mente filosófica da amiga Giuberta:

" - é por isso que compramos cruzadinhas do nível médio".

Achei sensacional!



E a conclusão final: PREFIRO SER A BOLA DA VEZ!

e nesta sexta-feira [início de fim-de-mundo] ...

"Razão, de que me serve o teu socorro?
Mandas-me não amar, eu ardo, eu amo;
Dizes-me que sossegue, eu peno, eu morro."


Soneto de Manuel Maria Barbosa du Bocage


HOJE

Se eu pudesse escolher cada detalhe, escolheria que hoje:

- fosse realmente uma segunda-feira, dia "ponte" de feriado, só para esquecer as segundas-feiras comuns e sem consolo;

- não tivesse a rotina de escritório, que pudesse ser uma "emenda" de feriado;

- fosse uma dia típico de primavera e não esse dia frio que teima em esconder o agradável clima da estação das flores;

- escolheria café-da-manhã à dois, almoço preguiçoso e [jantar? hum, jantar não!], à noite, bebedeira com os amigos;

- as horas tivessem cheiro de festa [!!];

- que você apenas sorrisse! Um sorriso [um sorriso não! um monte deles!!] daquele gostoso, que parece gargalhada e que, sem dúvida, é um dos principais motivos para eu querer sua companhia;

- escolheria dar e receber um abraço [que você sabe bem como é! que me esmaga o peito até doer... rs] e que este abraço me fizesse esquecer o aperto que senti dentro de mim dias atrás e que insiste em permanecer até hoje - um abraço com efeito amnésia, acho que é isso.

Enfim, que HOJE fosse especial, por todas as razões - simples e óbvias - que esse dia tem para ser assim.

Espero comemorar essa sua primavera e apenas me lembrar do dia que provamos nossos "venenos".
Muitas felicidades, moço...

Xô, TPM!!!

Sei que não posso reclamar, principalmente esse mês [fiz até mandinga para que as "regras" seguissem como de costume].

Aliás, "via de regra", não reclamo de menstruar. Ao contrário de outras mulheres, sinto-me feminina com a sua chegada. Opa, não que eu "ame" ficar menstruada, não é isso, o que amo mesmo é quando acaba... ah, não sei se deu pra entender, mas é isso.

A questão aqui, o que é bem pior, é a tal da TPM.

Olha, vou falar: menstruar não é nada perto de uma infernal TPM do "carvalho".

Hum, agora entendo porque chorei tanto ontem...

Tive motivos, sim. Motivos fortes, diga-se de passagem [mas isso é assunto para um outro post], mas, mesmo com tudo resolvido, o choro não cessava...




Bingo: era a tal da TPM!!

Porque meia social pode, sim, combinar com tenis

Pronto!! Resolvi falar! E resolvi falar porque estou morrendo de saudades, porque estou ansiosa pelo último encontro.


Sim, será o último, sim! Está decidido. Mesmo sabendo o quanto detesto despedidas e quanto é difícil - para mim - colocar o ponto final, virar a página, mas é assim que vai ser. E não vou sofrer por isso, porque sei também que o inevitável marco definitivo não será o término da ressonância daquilo que sentimos todas as vezes que nos encontramos.


Mas confesso que nesses dias frios tenho pensado muito no "cabelo fino" caído na testa quando estas descabelado, no seu jeito engraçado de falar, de se expressar, da maneira como você me faz rir... chego a sentir seu cheiro! É sério!


Engraçado também é o jeito como você sempre me surpreende. Com lembranças inusitadas [como a do título do post] e com suas decisões incompreensíveis [ou mais que previsíveis].


- Estás certo, meu bem! Você sabe o quanto te aprovo e aprovo suas certezas. Mesmo quando decides combinar meia social com tenis. [rs]


Que seja assim, está combinado! E na tabula rasa ficará registrado:


"Conhecendo a verdade, passado e presente, resolveram que seria assim, para o bem de 'todos'. Conversaram como sempre fizeram, além das risadas e brincadeiras e dormiram abraçadinhos - como se fosse possível deixar impressos seus corpos um no outro. E, ao amanhecer, ele partiu.
Ambos sabiam que era a despedida, mas não o ponto final de suas vidas".


SwáSthya pra você também!





Não é segredo pra ninguém que eu não sou fã de academia. Melhor dizendo, eu gosto muito de atividades físicas, mas detesto musculação e aquele clima de "azaração" que sempre rola nas aparelhagens das academias. Ah, vamos combinar: é péssimo, não??

Bem, mas o fato é que há um ano descobri algo que muito me apetece: o Yôga.

Simplesmente adoro e sinto na pele os benefícios da prática: a melhora na concentração, devido ao aprendizado e exercícios da meditação; qualidade no sono conquistada por meio dos pránáyámas [exercícios respiratórios]; satisfação pessoal ao vocalizar os mantras e também quando percebo o progresso do meu corpo na execução das posturas, chamadas de ásanas. Aliás, quanto mais pratico, mais percebo que o corpo não tem limites - tenho evoluído muito, incrível! às vezes, me sinto a mulher-elástico e faço posições que jamais imaginei que seria capaz e é quase sem querer.

Me sinto mais equilibrada, menos estressada, confiante, é como se estivesse participando de "yogaterapia".
Outra coisa que tem sido fundamental é o conhecimento da filosofia aplicada por meio da metodologia da SwáSthya Yôga - são lições milenares ensinadas com brilhantismo pelo Prof. - é lógico que um professor com paciência para ajudar pessoas inquietas e desastradas é requisito mais do que necessário e neste quesito o meu é um verdadeiro artista.

Eu recomendo para você também! Experimente!
SwáSthya à todos...



Canja

"Pránáyáma Prána, a energia vital penetra nosso corpo pelos labirintos respiratórios. Leva a bênção da vida até o nosso peito e, dele, para todo o nosso ser, físico e sutil. Prána, a energia biológica sem a qual nenhuma forma de vida animal ou vegetal seria possível. Prána, que traz a cura e a regeneração celular. Para viver, todos os seres precisam respirar.
Respirando, crementamos vitalidade, revitalização, reconstituição dos tecidos, insuflando-lhes a própria vida. Controlando os ritmos respiratórios, dominamos nossas emoções e ações. Alterando os níveis de profundidade da respiração, conquistamos novos estados de consciência. Interferindo voluntariamente no ato respiratório, cruzamos a fronteira entre o consciente e o inconsciente.
Isso é pránáyáma! ”

DeRose

Aquela que ama o que faz...

Quando pequena queria trabalhar em circo, depois pensei em ser aeromoça, bailarina [sem nunca ter calçado uma sapatilha de ponta - deve ser por isso que pensei.... rs], atriz [não para ser "global" ou sair na revista "Caras", apenas atriz mesmo] e mais uma porção de coisas.
Estudei para ser professora e até acho que levo jeito, mas a verdade é que me encontrei quando assumi o papel de advogada.

Gente, acho que nasci para isso!!

Hoje em dia sei que desempenho a minha função [não vou ficar de falsa modéstia] com brilhantismo, competência, profissionalismo e, acima de tudo, com amor. É isso! Faço com amor porque amo o que faço [odeio frase pronta, mas tenho que usar essa].

Semana passada eu trabalhei tanto que meus pequeninos pés [tamanho 35 para os meus 1.70m de altura... rs] ficaram em frangalhos, estavam em carne viva, sangrando, tanto que - depois de muito tempo - fui obrigada a ficar em casa em pleno sábado a noite. Mas na segunda-feira, lá estava eu, firme, forte e em cima do salto para uma semana de maratona [29 audiências realizadas - acho que foi o meu recorde].

Confesso que, tempos atrás, achava que estava no caminho errado, que não levava jeito, mas não é que descobri que estava enganada. Ainda bem, né?

LEMBRETE IMPORTANTE [tenho certeza que meus colegas de profissão irão adorar essa parte do post]: Meus queridos, vale lembrar que gosto de tomar cerveja, falar besteira, passear, ser cliente, hóspede, passageira, filha, irmã, enfim.... não sou advogada em tempo integral! Logo, almoço de família é almoço de família, momentos de lazer são para o lazer e não para virar "tenda" de consultas... afinal, não é porque amo que faço que devo viver só para isso, não acham?

E por falar em licor de cassis


Pensando muito na história do licor de cassis que contei essa semana aqui no brog, minha parcela vaidosa não resistiu em esmaltar as unhas com a cor que leva o mesmo nome.

Amados, vocês não imaginam como fico muito feliz em contar isso aqui, pois adoro manter as unhas bem esmaltadas, mas sou alérgica ao produto.

Felizmente descobri que posso abusar das cores da Colorama, linha "Verniz e Cor", sem ter reações desagradáveis.

Adorei a cor [bem escura, um pouco de roxo e de vermelho, acho que é isso - fotografei "com" e "sem" flash para dar uma idéia melhor de como ficou], mas vou usar só de vez em quando para não enjoar, assim como faço com a criatura fofa e com o exemplar a ser bebido.

Licor de cassis

Estava eu aqui, repaginando meu querido brog, ouvindo uma musiquinha boa [Nando sempre Nando, ou melhor, desta vez Roberta Campos e Nando Reis], viajando mesmo... quando vi a garrafa de Licor de Cassis que ganhei da mama, logo ali: à mão.

Bem, um pequeno cálice, talvez dois...

Viajando, viajando...

Eis que me lembrei de algo que ouvi dia desses, quando a criatura fofa [plagiando um terceiro] me disse: "sou igual ao licor de cassis: é bom, mas só bebemos um pouquinho - pra não enjoar".

E, pior, se vira em seguida e me pergunta: "você gosta de licor de cassis, não?"... Mas é claro que sim, aliás, como diria D. Giubertina: "sabe que sim, por que pergunta?".

À propósito, mama, que tal me presentear novamente, heim?

Escrevo esse "post" pois não tenho voz...

Passei o dia todo com essa música na cabeça [O sono vem, do Barão Vermelho], então, senti que precisava escrever.

Mas já faz horas que estou tentando e não consigo postar - essa é a quarta versão!

Não por falta de inspiração, aliás, a inspiração é justamente aquela que me faz perder o sono.

Pronto, foi isso: pensei demais!




Canja

O sono vem
Barão Vermelho

Te escrevo essa carta pois não tenho voz
Suficiente pra nós
Não durmo direito há alguns dias
Só alguns dias

E vem a tranquilidade do sono
Se mistura a realidade do sonho
E nessa hora ninguém é de ninguém
Essa carta que eu te escrevo
Não impede que eu fique mudo
Mas o resto da carta, o resto de tudo
O resto do mundo eu só mostro
Quando você se entregar

Se eu parar de pensar em você
O sono vem, o sono vem
É só eu parar de pensar em você
Que o sono vem, o sono vem

Mas talvez eu ainda ache
Que as pílulas pra dormir
Na minha vida se encaixem
Como uma forma de fugir
Ahh...de você

____________________________________________________________________

Acho que é isso...

"SERVIMOS BEM PARA SERVIR SEMPRE"